
Para o professor Diogo
Costa, do Ibmec, a proposta da presidente tem impacto político e, por isso, foi
aplicada neste momento. “É muito mais fácil para o Estado criar políticas que
tenham baixo custo, mas forte apelo popular. Não há discriminação ou privilégio
no concurso público. Se esse privilégio ocorreu, foi anteriormente”, pontuou.
Os dados, divulgados em
estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), consideram os
funcionários estatutários, os militares, os empregados públicos (que necessitam
de concurso), cargos em comissão (que pode ou não ter sido contratado a partir
de um certame) e terceirizados, que entram sem processo seletivo.