
A região sofre com uma seca que se prolonga pelo terceiro ano consecutivo, o que gera problemas sociais e dificulta o desenvolvimento da agricultura e a criação de animais. Além disso, provoca a falta de recursos econômicos, gerando fome e miséria no sertão.
"É muito visível, por exemplo, quando São Paulo entrou em uma realidade bem próxima. De forma rapidíssima o governo federal e os órgãos competentes deram essa resposta”, afirmou.
CONTENÇÃO DOS GASTOS
A operação carro-pipa distribui água potável para a população das regiões afetadas pela estiagem. Ela é uma parceria do Ministério da Integração Nacional, por meio da Secretaria Nacional de Defesa Civil, com o Exército Brasileiro. A ação foi interrompida por parte do ministério no começo deste ano para a contenção de gastos.
Alziro Gomes, representante da Secretaria Nacional de Defesa Civil, reconhece a necessidade de reativar a operação e espera que isso ocorra ainda nesta semana. "Estamos com uma expectativa extremamente positiva que, no decorrer dessa semana, tenhamos uma sinalização para reativar o repasse de recursos para os estados complementarem a operação carro-pipa. A [operação] do Exército não sofreu retração, entretanto não está se mostrando suficiente para atender a totalidade da demanda”, disse.
Arnoldo Campos, representante da Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social, disse que o ministério entrega, em média, mil cisternas por dia na região do semiárido e que, até dezembro deste ano, 750 mil estarão construídas para que as famílias possam ampliar a capacidade de estocar água e conviver melhor com a seca.
A cisterna é uma tecnologia popular para a captação de água da chuva. Ela escorre do telhado da casa, é captada pelas calhas e cai direto na cisterna, onde é armazenada. Com capacidade para 16 mil litros de água, a cisterna supre a necessidade de consumo de uma família de cinco pessoas por um período de estiagem de oito meses.
"Nossa expectativa é que 100% das famílias de baixa renda sejam atendidas com tecnologias de captação de água da chuva para o consumo. As ações emergenciais são importantes, mas as ações estruturais são tão importantes ou mais importantes que as ações emergenciais”, afirmou Arnoldo Campos.
COBRANÇA
O deputado Wilson Filho disse que a Comissão de Integração Nacional vai cobrar e monitorar as ações que foram apresentadas pelos representantes dos órgãos públicos presentes na audiência.
"É muito visível, por exemplo, quando São Paulo entrou em uma realidade bem próxima. De forma rapidíssima o governo federal e os órgãos competentes deram essa resposta”, afirmou.
CONTENÇÃO DOS GASTOS
A operação carro-pipa distribui água potável para a população das regiões afetadas pela estiagem. Ela é uma parceria do Ministério da Integração Nacional, por meio da Secretaria Nacional de Defesa Civil, com o Exército Brasileiro. A ação foi interrompida por parte do ministério no começo deste ano para a contenção de gastos.
Alziro Gomes, representante da Secretaria Nacional de Defesa Civil, reconhece a necessidade de reativar a operação e espera que isso ocorra ainda nesta semana. "Estamos com uma expectativa extremamente positiva que, no decorrer dessa semana, tenhamos uma sinalização para reativar o repasse de recursos para os estados complementarem a operação carro-pipa. A [operação] do Exército não sofreu retração, entretanto não está se mostrando suficiente para atender a totalidade da demanda”, disse.
Arnoldo Campos, representante da Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social, disse que o ministério entrega, em média, mil cisternas por dia na região do semiárido e que, até dezembro deste ano, 750 mil estarão construídas para que as famílias possam ampliar a capacidade de estocar água e conviver melhor com a seca.
A cisterna é uma tecnologia popular para a captação de água da chuva. Ela escorre do telhado da casa, é captada pelas calhas e cai direto na cisterna, onde é armazenada. Com capacidade para 16 mil litros de água, a cisterna supre a necessidade de consumo de uma família de cinco pessoas por um período de estiagem de oito meses.
"Nossa expectativa é que 100% das famílias de baixa renda sejam atendidas com tecnologias de captação de água da chuva para o consumo. As ações emergenciais são importantes, mas as ações estruturais são tão importantes ou mais importantes que as ações emergenciais”, afirmou Arnoldo Campos.
COBRANÇA
O deputado Wilson Filho disse que a Comissão de Integração Nacional vai cobrar e monitorar as ações que foram apresentadas pelos representantes dos órgãos públicos presentes na audiência.